-- 2010 Revisitado --


Fazer o balanço de um ano que passou tem sempre que se lhe diga por diversos motivos, desde a impossibilidade de resumir-se em poucas palavras tudo o que aconteceu nesse espaço de tempo, até à ausência de alguns factos por simples esquecimento, recalcamento ou vontade pessoal, ou porque em si, isto nunca é uma tarefa fácil. No que toca a listas e escolhas pessoais, poderá até acontecer ficarmos com a sensação que vivemos num qualquer planeta estranho e que devemos ter gosto em sentirmo-nos alienígenas.

2010 foi um ano marcado pela morte de várias figuras de vulto nacionais e internacionais, num seguimento do que já vinha acontecendo diga-se, mas que não deixa de causar impacto por muito que digamos para nós próprios que isso é o percurso natural da vida. Na hora, ninguém está preparado. Também foi um ano marcado pela crise económica, cada vez mais acentuada, levando a uma sensação de precariedade crescente a que não sou alheio, pelo contrário, já que estou bem no meio dela. De qualquer modo, não sou pessoa que paute por ter um espírito derrotista e continuo a acreditar na mudança para melhor, mesmo que observe à minha volta um aproveitamento geral da mediatização da crise para tornar as coisas ainda piores, mas só para os do costume.


Este ano teve, sem dúvida, várias coisas que me marcaram, algumas de maneira não muito positiva, como é o caso do falecimento da minha gata, Nina, após 16 anos de uma vivência e cumplicidade em conjunto, como já aqui relatei umas vezes. Isto marcou também a separação radical com algumas pessoas com quem me dava, por motivos diversos que não interessam descrever agora, assim como deixar de perder ainda menos tempo com projectos e derivados que não levam a lado nenhum. A vida é muito preciosa basicamente, um cliché, potenciado ao extremo por acontecimentos que nos abalam.

O fecho do bar Ogâmico, até então um dos meus locais de eleição em Lisboa e um laboratório para as minhas noites de música com vertente de vídeo à mistura, foi também um dos acontecimentos menos bons deste ano. Quem presenciou algumas delas saberá do que falo, com a despedida a ser agridoce. A sensação das alternativas serem agora ainda menos ficou a latejar na cabeça, mas as boas memórias que guardo do espaço continuarão aqui, assim como o seu peso enorme na relação que mantenho actualmente com a Patrícia.

Não tenho por hábito falar muito por aqui de certas coisas, mas este ano decidi fazer uma excepção, afinal de contas, isto é um blogue. Numa altura em que ambas as pessoas não estavam nada viradas para relações, tendo até o coração fechado e deixando no processo de acreditar em certos tipos de furacões, sim, daqueles que nos retiram o chão debaixo dos pés, uma noite que começaria no Ogâmico iria mudar isso. Entre o convívio normal e a música, horas depois, noutro local, ficaríamos a pensar mutuamente no que raio aconteceu ali, mais ainda, quando até já nos conhecíamos e falávamos antes. Acontece, poderia ser uma palavra simples para escrever de maneira estúpida o que se passou, não tivessem as pessoas casado, metaforicamente, mas casado de qualquer modo, pouco tempo depois, noutra noite no Ogâmico. Além da empatia óbvia entre ambos, nas maneiras de pensar semelhantes, ou dos pequenos pormenores parvos que fazem toda a diferença, tenho em mim que gostarmos de viver a vida, sem rodeios, sem aqueles ‘ses’, sem enrolar e deixar para depois as vontades do momento, tem também um papel nesta história. Ou então, é porque somos simplesmente doidos, e irritantes.

Ao mesmo tempo que o curso profissional de multimédia entrava na recta final, com os trabalhos a aumentarem e o tempo a escassear, vi-me obrigado a interromper a minha colaboração no programa 'Gravidade Zero' da Rádio Zero. Uma decisão gradual e muito lógica, não impedindo que certas experiências sonoras continuem na mesma até ao momento, como já puderam verificar, mas liberto agora de prazos ou obrigações. É uma questão de profissionalismo no fundo e ter continuado implicaria atrasos do meu lado, o que não me agrada, como tal, assim foi. Fica a experiência muito positiva, ganha ao longo de 85 emissões, cada uma delas uma viagem propícia a sensações várias.

Ah, hora de falar do meu curso agora, que tem conhecido altos e baixos, frustrações e júbilos, comigo a estar, presentemente, no estágio profissional pertencente ao mesmo. Mas não sendo pessoa de ficar preso no tempo ou a sentimentos negativos, foi com naturalidade que continuei e me apliquei, especialmente nos módulos em que sentia maior interesse e apetência, levando a um trabalho final algo megalómano, mas que seria recompensado moralmente depois. Constituído por um guião ilustrado de 73 páginas, um DVD com vários vídeos, fotos e música, um site, um desdobrável publicitário, um CV em formato gráfico, um CD com a banda sonora, um CD para lançar o site em versão offline, um CD com todos os trabalhos em formato digital e uma embalagem onde podem encontrar isto tudo, com todos os elementos a terem as suas capas próprias, pormenores e afins, que seguem toda uma linha gráfica coerente, pode dizer-se que fiquei muito satisfeito com o resultado final.

Curiosamente, alguns dos módulos que me deixaram insatisfeito no curso acabaram por influenciar a minha decisão de mudar de vez o layout deste blogue, já que era uma ideia que pairava há muito na minha cabeça. Obrigado a aprender ainda mais coisas por mim próprio no estágio, vi-me a entrar um pouco mais no mundo do css, java, html e por aí adiante, o que levou à mudança radical presente actualmente por aqui a todos os níveis. Sorriso, foi a reacção posterior, apesar da dor de cabeça até chegar a este resultado, prometendo-se mais mudanças graduais com o tempo, entre elas a optimização dos códigos de modo a tentar tornar o blogue mais rápido.


E o que seria o balanço de um ano sem falar mais a fundo da minha vertente das noites de música? Pois. Dei por mim a perceber ainda mais, que há quem não entenda que isto deixou de ser uma brincadeira há muito tempo, ou um hobby sequer, que levo muito a sério o meu trabalho e continua a frustrar-me não me darem o devido valor, seja nisto da música como noutros campos diga-se. Sinceramente, perdi a conta aos espaços onde toquei, já foram uns quantos, este ano não tendo sido diferente e com noites regulares todos os meses, mas…, no final, continua tudo muito na mesma e nem falo sequer do que me possam pagar em cada noite. Não, falo de continuar a existir o hábito de termos quase de mendigar para nos darem noites, quando todas são recebidas com bom feedback, que gostaram muito, seja da casa como do público, com casas compostas, cheias ou a abarrotar em muitos casos. Qual o critério no final de contas? Ser amiguinho? Andar todas as semanas a dar graxa e frequentar os sítios só porque sim, quando nem moro perto deles? Fazer bicos? Não se percebe.

Falo também de quem se queixa constantemente de alternativas, mas que perante elas, volta sempre aos lugares-comuns pelos mais diversos motivos, invés de as apoiarem de uma forma mais vincada e presente. Será assim tão difícil perceber a lógica de que sem apoio, as alternativas não conseguem sobreviver? Ou o estarem constantemente onde se queixam é indiferente para as casas porque, no final, o que conta para o patrão é que as mesmas têm público e por isso está a funcionar?


Em contraste, faço um podcast ou CD e os projectos envolvidos falam comigo, dão-me feedback, apoiam-me, mandam-me discos, livros e o que for, pela partilha, pela ajuda a divulgar um trabalho mútuo, por acreditarmos que é possível ir-se mais além, por estarmos a lutar por um objectivo comum. E tendo em conta que já provei várias vezes, na hora, na maneira mais simples de entender para quem só vê a vertente de negócio, nomeadamente os espaços estarem cheios ou com pessoas a divertirem-se, a consumirem, a falarem do som, ou dos vídeos consoante os casos, que as coisas podem funcionar, mesmo que a filosofia e apostas pareçam ser diferentes da norma, não se percebe realmente. Isto tudo, em conjunto com o final do curso e entrada na fase de estágio profissional, levou naturalmente a uma semi-pausa nisto das noites, para reflectir novamente no assunto, no caminho a seguir e numa ideia ou outra que vai pairando por aqui. No entanto, o saldo é positivo, continuo a acreditar nisto, ou em mim já agora, ficando o agradecimento, mais uma vez, a quem me tem apoiado continuamente.

Passemos agora à parte das listas do que mais gostei, com destaque, como sempre, para a dos álbuns em ordem de preferência, seguindo-se as restantes por ordem alfabética.

Música | Álbuns
Black Swan Lane - Things You Know and Love
--> OPINIÃO

Basta olhar para o mosaico situado no lado direito deste site, para nos apercebermos que existiram vários lançamentos este ano com pontos de interesse. No entanto, este foi o disco a que regressei mais vezes, seja pelo sentimento especial de ter chegado até mim numa altura conturbada da vida, a minha ligação com a banda, como pela música em si, inspirando-me de várias maneiras.


Bullets In Madison - We Became Your Family When You Died
--> OPINIÃO

Este ano, foram inúmeros os discos que me apanharam de surpresa, alguns deles, disponíveis de forma gratuita. Assim aconteceu com este álbum arrebatador, que acabou por ser uma das minhas fiéis companhias nestes últimos meses. As mudanças porque passam alguns temas, a voz, os violinos, a atmosfera que convida aos sonhos, é um disco a não perder.


Secret Knives - Affection


Outro disco disponível de forma gratuita, a estreia deste grupo oriundo da Nova Zelândia é dos que mais tem rodado por aqui, seja em casa, podcasts ou noites de música. É impressionante como a cada dia, semana ou mês, descobrimos uma faixa favorita no álbum, com a sonoridade a passar por uma mistura muito própria, sendo dos melhores discos que pude ouvir nos últimos tempos.


John & Jehn - Time For The Devil


Divertido. É assim que classifico este disco, sendo difícil não deixar qualquer pessoa bem disposta ao ouvir grande parte das faixas do mesmo, em que o duo das vozes masculina e feminina, juntamente com os ritmos contagiantes, levam-nos a cantarolar as canções sem darmos muito bem por isso. E por vezes, é só isso mesmo que precisamos, nada mais do que boa disposição.


Low Sea - Las Olas


Entre uns Mazzy Star, uns Cranes e outras influências que nos remetem algures para os anos 90, este foi um daqueles discos que me arrebatou de tal maneira, que pouco depois estava a encomendar duas cópias da versão limitada e numerada do mesmo, que faz lembrar as antigas caixas redondas dos cremes Nivea. A componente electrónica dançável de alguns temas, só ajuda.


I Like Trains - He Who Saw The Deep


Se os primeiros EPs da banda eram apaixonantes, o disco anterior a este desiludiu-me, o que me levou a encarar esta nova proposta com alguma cautela. Um dos sucessos deste disco é o equilíbrio do mesmo, entre as faixas mais mexidas, as mais calmas, as melodias e a luminosidade que sinto do início ao fim. Discos destes fazem-me sonhar.


Ladycop - Waves


Nem sei já muito bem como descobri este registo ou como me liguei a ele de uma forma mais aprofundada, mas ainda bem que o fiz. É mais um disco em que é difícil classificar a sonoridade, mudando de faixa para faixa, ficando unicamente a sensação que é de teor alternativo e com alguns temas deveras cativantes, entranhando-se em nós para não mais nos largar.


Chinawoman - Show Me The Face
--> OPINIÃO

Amo incondicionalmente o primeiro disco desta artista oriunda do Canadá e residente actualmente em Berlim. Perante esse facto, a fasquia pessoal para este segundo registo estava desde logo elevada. A escrita, apesar de continuar subversiva, não soa tão acutilante agora, mas continua a ser outro álbum a pedir-nos uma atenção cuidada e a inspirar uma devoção particular.


The Papertiger Sound - Atlantic Wires
--> OPINIÃO

Outra banda que me é querida desde que a descobri, neste ano lançaram um EP gratuito além deste álbum, igualmente recomendado. Quanto a este disco em si, segue de perto o percurso anterior da banda, melodias cativantes, ora cantadas no feminino como no masculino, num sabor pop/rock de contornos alternativos que me agradou consideravelmente.


Swans - My Father Will Guide Me Up A Rope To The Sky


Mais de uma década após o término oficial das suas actividades, esta banda inclassificável decide ressuscitar com este álbum tremendo, de uma vitalidade exacerbada e com uma energia que chega quase a ser sexual. Os quatro minutos de ruído e caos que servem de introdução dão logo o sinal para uma jornada de fazer apertar as pernas.


Música | Menções Honrosas


Música | Temas
Arcade Fire - Suburban War --> OUVIR
Austra - Beat And The Pulse --> OUVIR
Blackbird Blackbird - Starlight --> OUVIR
Computer Magic - Running --> OUVIR
Degrees - To The Crunch --> OUVIR
Esben and the Witch - Lucia, at the Precipice --> OUVIR
Hammocks & Honeys - Undone --> OUVIR
Harrys Gym - Old Man --> OUVIR
Holly Miranda - Slow Burn Treason --> OUVIR
Husky Rescue - Sound Of Love --> OUVIR
Kings Light Infantry - Home --> OUVIR
Korallreven - The Truest Faith --> OUVIR
Kyte - Ihnfsa --> OUVIR
Motorama - Wind In Her Hair --> OUVIR
Millimetrik & port-royal - Richard Sorge --> OUVIR
Mirrors - Ways To An End --> OUVIR
New Young Pony Club - Architect Of Love --> OUVIR
O. Children - Radio Waves --> OUVIR
Popskarr - Tonight --> OUVIR
Simian Ghost - Star Receiver --> OUVIR
Still Corners - Endless Summer --> OUVIR
Stricken City - Animal Festival - --> OUVIR
Tamaryn - Love Fade --> OUVIR
The Twilight Sad - The Wrong Car --> OUVIR
Trentemøller - Silver Surfer, Ghost Rider Go!!! --> OUVIR

Anime
Durarara!! --> TRAILER






Eve no Jikan Gekijouban --> TRAILER
Sarai-ya Goyou (House of Five Leaves) --> TRAILER






Winter Sonata --> TRAILER






Yojouhan Shinwa Taikei (The Tatami Galaxy) --> TRAILER







Cinema
Black Swan --> TRAILER






I'm Here --> TRAILER
José e Pilar --> TRAILER






The Ghost Writer --> TRAILER






The Social Network --> TRAILER







Televisão
Breaking Bad - 3ª Temporada --> TRAILER

Livros
Mark Burgess - View From A Hill --> Site Oficial

Concertos
And Also The Trees - Leiria

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Escolhas 2009
Escolhas 2008
Escolhas 2007


Boas entradas para todos ^_^

12 comentar

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Zito
admin
03 janeiro, 2011 12:17 ×

grande retrospectiva de 2010!

gosto destas listas em que desconheço muito do que aparece, são boas fontes de novas descobertas :)

curiosidade
tb comprei 2 cópias dos Low Sea :)

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Azelpds
admin
03 janeiro, 2011 12:39 ×

Obrigado. :)

Fico com uma sensação semelhante quando ouço os teus podcasts e olho para as respectivas playlists posteriormente. ;)

Bem acessível o preço do disco dos Low Sea, 10 Euros com portes incluídos e chegou cá num instante. :)O EP que lançaram depois é que não me agradou tanto. :p

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Zito
admin
03 janeiro, 2011 13:35 ×

desconhecia esse EP ... tenho q ouvir

uma das cópias até serviu de presente de natal eh eh

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Azelpds
admin
03 janeiro, 2011 14:02 ×

Eles chamam aquilo mini álbum mas ya. :p é o the 'The Light, que inclui umas duas ou três faixas que já apareciam no Las Olas. :)

Uma das cópias também foi para oferecer, assim como uma dos Black Swan Lane. :p

E são discos que têm tido umas reacções curiosas em noites também, mesmo eu andando tudo menos satisfeito nesse contexto. :)

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elsafer
admin
03 janeiro, 2011 15:16 ×

é muito forte o que me vem na alma quando vejo como evolui o teu trabalho. estava no momento de mudança de "visual" ... o " balanço"

Virgem , de signo, desde a primeira hora ... " alguém que presta muita atenção ao pormenor, meticuloso e perfeccionista, em especial no seu trabalho" ... procurando a perfeição , o equilíbrio.

o preto , de fundo, teria que ficar ... veio um "encarnado" para lhe dar contraste , até posso perceber qual a sua inspiração ... sentindo nas palavras que nos vens transmitindo

estive a procurar registos , acompanho-te desde 2009 , não será muito, mas tem sido muito boa a partilha . está gravado o que por aqui se foi produzindo e captado alguns sons em particular ... falo da referencia de Zito ... vou tb aproveitar para uma olhada ás tuas outras "prendas"

keep doing it well ...

continuarei atenta.

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Azelpds
admin
03 janeiro, 2011 15:19 ×

Obrigado pelas palavras. :)

Parece quase um cliché a mudança ter acontecido perto do final do ano, mas é quando se sente, ou quando surge a oportunidade, neste caso coincidindo muito com a transição entre curso e estágio do mesmo. :)

Curioso o que falas das cores, também vou sentindo que agora transparece muito o que fui transmitindo desde há uns tempos, assim como a vertente estética de outros trabalhos, já o projecto final do curso acabou por ir de encontro a isso também.

A partilha tem sido muito boa sim e eu é que agradeço uma vez mais o apoio e feedback contínuo, que é sempre muito importante e faz-me sorrir, dando vontade de continuar. :)

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elsafer
admin
03 janeiro, 2011 15:29 ×

há dois momentos que me fazem fazer o dito " balanço" , este é um deles ... tb tenho sentido essa vontade , possivelmente pq nos sentimos rodeados de uma comunicação activa nesse sentido, e outro quando faço anos ... e aí pq sinto a passagem do " meu " tempo e os meus ciclos de vida

a numeralogia, temática que me tem suscitado algum interesse, dá ao dia de anos uma particular explicação ... a mudança

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Azelpds
admin
03 janeiro, 2011 19:19 ×

São alturas normais para acontecerem alguns balanços, pensarmos um pouco em várias coisas. :)

E mudança precisa-se. ;)

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elsafer
admin
03 janeiro, 2011 21:35 ×

precisa-se muito ... acredito que se irá separar o trigo do joio ... sou uma mulher de fé.

;)

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Azelpds
admin
04 janeiro, 2011 10:47 ×

Esperemos que sim. :)

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Zito
admin
04 janeiro, 2011 18:00 ×

a mudança no design não foi radical
as cores (vermelho e preto9 são já características aqui do sitio

a arrumação, do mais difícil de fazer num blog, está excelente!

ah
e o efeito da neve :)

no final parece mais um site profissional que um blog

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Azelpds
admin
04 janeiro, 2011 18:56 ×

É mesmo isso, a ideia passou por tentar tornar o aspecto e arrumação mais próximo de algo profissional do que um blog. No fundo, algo que também sempre gostei no teu, num conceito estético diferente, se bem que ainda há trabalho para fazer por aqui. :)

A mudança radical era mais em relação aquela versão com azuis e cinzentos heheh, na altura com as 3 colunas também, etc, mas nos últimos tempos o vermelho, preto e branco têm sido as cores que mais tenho usado sem dúvida. :)

Obrigado pelas palavras e feedback mais uma vez. :)

PS: A neve era suposto tirar após a reabertura, mas tenho deixado ainda não sei bem porquê. :p

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