« As mãos descem lentamente. Pressiono as pernas, o teu pescoço uma canícula nos meus pensamentos. O futuro é uma essência esbranquiçada, am...
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A doença é uma memória sem cor
« Reunida com as minhas sombras, desapareço. Os olhos não mentem. A felicidade um rumor, instante na ingerência das batalhas. És uma pessoa ...
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O bailado das faíscas de luz
« As gotas deslizam no meu ventre. Funículo por onde sobem os apertos do miocárdio. Mesclo-me com as noites sem fim, uma injustiça por caute...
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O chão é o nosso mosaico a sangrar na neve
« A luz do Sol cega-nos de tão presente nestes milagres coloridos. Cada uma destas folhas é uma veia, prenúncio de ramificações a despontare...
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Da banalidade do mal: conversas corriqueiras
- Olhe lá, o seu filho é comunista? Que eu saiba não, mas também não é de direita. - Olhe eu sou de direita, de extrema direita (mostra um...
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O meu coração é um pontinho cosido a quente
« O orvalho perdura nas folhas mescladas de amarelo e verde escuro azeitona. Uma escala cromática desigual. Na noite anterior, quando saí do...
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