“Sob a noite, as mãos ósseas da tempestade. O cintilar imperfeito antes do tempo das rosas. O relâmpago por vir saudar as nuvens. E a triste...
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A contínua aceleração até ao Sol
« A brisa afaga-me os cabelos. Mantenho os olhos fechados, absorta. Numa época distante referi a falta de tempo como ser propícia ao romper ...
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A essência
« As mãos descem lentamente. Pressiono as pernas, o teu pescoço uma canícula nos meus pensamentos. O futuro é uma essência esbranquiçada, am...
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A doença é uma memória sem cor
« Reunida com as minhas sombras, desapareço. Os olhos não mentem. A felicidade um rumor, instante na ingerência das batalhas. És uma pessoa ...
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O bailado das faíscas de luz
« As gotas deslizam no meu ventre. Funículo por onde sobem os apertos do miocárdio. Mesclo-me com as noites sem fim, uma injustiça por caute...
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O chão é o nosso mosaico a sangrar na neve
« A luz do Sol cega-nos de tão presente nestes milagres coloridos. Cada uma destas folhas é uma veia, prenúncio de ramificações a despontare...
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