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XXXV
O s gemidos, círculos no ar, conversam com os teus dedos e estabelecem diálogos com o esfíncter dos meus desperdícios. Tanta confiança, tan...
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XXXIII
C abeça arqueada, o tecto a brincar com as sombras e a ignorar os sons à volta. Há uma facilidade de comunicação entre a doçura, a intriga ...
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| XXX |
«Desfocados, sujos, enclausurados, podemos ter todas as condicionantes que nos tornam invisíveis aos olhos dos outros, mas falamos a mesma l...
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XXIX (As direcções do respirar)
I nterrupções, pessoas a entrar e a sair do quarto. Existe uma tristeza sempre presente no olhar, falta espaço para sentir, para respirar, ...
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XXVIII
É palpável, a sintonia do meu corpo por detrás do teu num dos miradouros da cidade. Ou quando olhas para mim enquanto caminho de regresso ...
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XXVII
Q uando encostamos o peito, assim, bem juntinhos, sabemos que estamos a minutos dos sonhos, a respiração, mais pesada, dizendo-nos que pode...
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| XXVI |
«Sem dó nem piedade, gosto assim, os joelhos a darem de si, os dedos, trauteando melodias em gestos de danças que só nós conhecemos, as mãos...
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| XXV |
«Torna-se impossível, os passos, demasiados, circundam a reclusão, longe dos olhares menos atentos, ganham em avidez, fome de queda, manhãs ...
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