1. Intro
2. Violating
3. What’s Fresh Today
4. Stranger
5. Schneeberg (Part 1)
6. Fish’n Chips
7. April Woods
8. Brown Line
9. Schneeberg (Part 2)
10. Days With No Story
11. Le Jongleur
12. Bruxelles
13. A Love Who Lives Alone
Site oficial: http://www.turnlovetohate.com
Facebook: https://www.facebook.com/christianrainerartist
Músicas a destacar: Stranger, Fish’n Chips, Le Jongleur, April Woods, A Love Who Lives Alone
2. Violating
3. What’s Fresh Today
4. Stranger
5. Schneeberg (Part 1)
6. Fish’n Chips
7. April Woods
8. Brown Line
9. Schneeberg (Part 2)
10. Days With No Story
11. Le Jongleur
12. Bruxelles
13. A Love Who Lives Alone
Para desfrutarmos desta época muito dada a melancolias, nada como embarcarmos na viagem deste álbum oriundo da Itália. Entre um Nick Cave, uns Tindersticks e ambientes clássicos em que o trabalho de cordas, a par do piano, nos arrepia em diversos momentos, este é um disco para nos acompanhar nos dias mais cinzentos, ou para quando partilhamos um copito de vinho à luz das brasas mornas de uma lareira porque não.
Noutros casos é curioso assistirmos à evolução dos temas, com destaque para o trabalho de piano magistral que transforma várias músicas em algo de muito indescritível.
Este é um disco que requer uma certa disposição devido à sua carga melancólica e por ser de uma beleza rara, mas não deixa de ser uma das minhas pérolas pessoais para este ano por agora. Para os interessados, recomenda-se vivamente uma visita ao excelente site oficial, onde podem escutar todo o disco em streaming e até ver os vídeos realizados para acompanharem o mesmo.
Existem alturas em que o resultado emocional chega a ser esmagadorÉ um pouco complicado explicar a beleza de muitas das faixas sem as escutarmos. Alguns temas instrumentais, como outros pautados pela voz quente de Christian Rainer, conseguem-nos embalar e provocar sensações peculiares. Existem alturas em que o resultado emocional chega a ser esmagador devido ao impacto de algumas partes do disco. O tema ‘Stranger’ e as duas músicas seguintes são um bom exemplo do que falo.
Noutros casos é curioso assistirmos à evolução dos temas, com destaque para o trabalho de piano magistral que transforma várias músicas em algo de muito indescritível.
Este é um disco que requer uma certa disposição devido à sua carga melancólica e por ser de uma beleza rara, mas não deixa de ser uma das minhas pérolas pessoais para este ano por agora. Para os interessados, recomenda-se vivamente uma visita ao excelente site oficial, onde podem escutar todo o disco em streaming e até ver os vídeos realizados para acompanharem o mesmo.
Site oficial: http://www.turnlovetohate.com
Facebook: https://www.facebook.com/christianrainerartist
Músicas a destacar: Stranger, Fish’n Chips, Le Jongleur, April Woods, A Love Who Lives Alone
6 comentar
Click here for comentarHmmmm.. parece ser um álbum interessante. :)
Reply**
É muito giro, e agora que penso nisso, o título em relação aos tempos que correm torna-se ainda mais giro ahahah. :p
ReplyDesde que o apresentaste já se adivinhava que mais cedo ou mais tarde ele estaria de volta.
ReplyEsta manhã ouvi o album na integra enquanto trabalhava... é fantástico! Foi uma luta para não me dispersar do que tinha que fazer. Pede audições mais atentas, se bem que fico com a ideia de fundo que o senhor devia cantar mais em francês, o ing dele é... é... é mesmo muito mau!
Se ele quisesse eu até lhe dava umas aulitas :D à borla e tudo! já que teria o privilégio de o conhecer hehehe. Talvez pudesse cantarolar no próximo trabalho dele. Tenho saudades de cantar.
Thx uma vez mais pela divulgação.
§
Heheh. Sim, as músicas cantadas em francês soam bem melhor, como no caso da 'Le Jongleur'. :)
ReplyNão sei bem o porquê de só resolver escrever sobre o álbum agora e não logo na altura quando meti aqui o vídeo da 'Stranger'. Talvez tenha batido mais nestes dias não sei, apesar de algumas faixas ainda não me entrarem da mesma maneira que outras.
Umas aulitas é? Acho que fazes bem, ainda para mais o rapaz aparenta ser todo giro neh? :p
AHAHAH ! Era mais mesmo a pensar em futuras colaborações, claro que o aspecto ajuda, têm aquele je ne sais quoi andrógino que me fascina... mas não, não é por aí.
ReplyHá alguns anos houve um grupo de amigos que se juntaram, por altura do 1º/2º album dos Tindersticks, a sonoridade era idêntica e uma das vozes era eu. Infelizmente eles zangaram-se, um foi para a Irlanda, outro deixou de ter disponibilidade... andar de editora em editora com demos nas mãos era complicado... cada um seguiu a sua vida. Acho que se na altura a net fosse o que é hoje tinhamo-nos safado.
Quando puseste a 'Stranger' aqui o album ainda não tinha site. só dava para ouvir o outro com a kidycar, que também é muito interessante.
Tanta melancolia nas tuas palavras, o "album bateu mais agora"... hum...
§
:p
ReplyAs coisas que me contas, interesting. :) Isso da banda realmente é pena, apesar de não ser fácil a net realmente ajuda na divulgação e que por vezes as coisas tomem outras proporções. Por outro lado, tens essas coisas das pessoas que se chateiam, perdem o contacto com o tempo, aquelas fases que acontecem infelizmente.
E yep, existe alguma melancolia por aqui, mas ela acaba por estar sempre presente, já que é uma das partes da minha pessoa. ;)
Quem sabe seja do Outono e da combinação disso com as tais mudanças, que te fazem escutar algumas coisas de maneira diferente. :)
E se tens saudades de cantar hmm, canta?
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