« Húmidas. As narinas reconhecem o orvalho das matas ainda frescas das chuvas das últimas semanas. Os dedos tocam na terra molhada, argila a...
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Caminhando cego entre fantasmas
« Não necessitamos de visão quando sabemos a origem de qualquer pensamento proferido por outrem. E assim caminhamos no abismo, ladeados de f...
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Do desconforto permanente
« A ruína nasce primeiro de uma percepção, de um incómodo impreciso. Pouco depois, transforma-se em certeza por ausência de chão, do inesper...
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Projecto Cellophane no Spotify
S ervindo de complemento aos podcasts partilhados por aqui, podem desfrutar de uma lista (em permanente construção e actualização) de mús...
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Transferência de responsabilidades: o eu digital
A usência. Períodos de reflexão. Para quem ainda se interessa talvez tenha notado o meu quase desaparecimento desta aldeia digital em todas ...
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O infortúnio
« As veias congelaram. O sono iluminava-se profundo e não sabia como afastar-te desse horizonte de resguardo. O interesse era meu, só meu. O...
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Dos troncos e do piano
« Os troncos despidos das árvores nesta época do ano podiam bem ser uma metáfora óbvia dos nossos braços pendurados na incerteza. Seria fáci...
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