M uitos jardins cuidados, com flores de várias cores a formarem padrões de extremo bom gosto, estátuas particulares. Esta é uma das caracte...
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Uma visão poética na Embaixada da Hungria: Impressões
O ntem, dia 22 de Outubro, no magnífico edifício da Embaixada da Hungria em Lisboa, celebrou-se o Dia Nacional da Hungria e o 59º aniversár...
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AMANHÃ: Uma visão poética na Embaixada da Hungria, em Lisboa
D epois da passagem por Budapeste na Biblioteca Nacional das Línguas Estrangeiras e na Faculdade de Letras da Universidade Eötvös Loránd (E...
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Dia Mundial do Cão
A parentemente, hoje assinala-se o Dia Mundial do Cão. Em Budapeste, na Hungria, perto de uma loja de conveniência, dois pares de olhos ado...
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Dos novelos
O ruído, crescente, constante, tolda-nos os dias. Um oceano de vazio. Entre a luta contra o afogamento no excesso de informação supérflua ...
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Visões poéticas na Hungria
Budapeste, O olhar inquisidor, Abril 2015 O momento não era, de todo, esperado. As viagens para Budapeste para esta altura, como verificám...
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A música e as andorinhas
D aqui a dois dias inaugura a exposição Hungria: Uma visão poética em Budapeste, na Hungria. A sensação é estranha, no bom sentido. Um pri...
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Novos trabalhos: Lusofonia, produtos portugueses e gatos fofos
A labuta continua intensa, o que impede que existam actualizações de forma mais regular neste blogue ou de uma forma geral na minha presen...
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Budapeste: O cemitério Rákoskeresztúr
U ma hora de viagem, três transportes, a paisagem muda bruscamente à medida que chego às periferias de Budapeste, no distrito X. Nem parece...
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