Sorriso

Até poderia escrever umas palavras, descobrir-te os rostos, as feições, os pulsares irrequietos da tua pele, mas não vou faze-lo. Deixo-te antes ao abandono, nas colinas que se perdem no horizonte. Deixo-te ser, tu, em silêncio, com um sorriso.

Nuno Almeida, Textos Soltos, 2009

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